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Perfil:
Luciana Paes de Barros, 30, Paulista e moradora de Jeri por 2 anos.

Formada em Propaganda e Marketing pela Faculdade Unip de São Paulo. Já trabalhou em diversas agências de publicidade.
E-mail: lucys_pb@hotmail.com


Navegante

Esse foi um dos nomes mais originais que encontrei em Jeri. Na verdade é Maria Navegante... Ela nasceu no Córrego da Forquilha III e a conheci há 5 anos, na Vila Kalango. Vim, fui e voltei e ela continua lá, firme e forte trabalhando na governança. Mais uma pessoa incrivelmente simpática, simples e muito querida. O Mauricio (antigo gerente da pousada) sempre pedia para ela limpar a casa dele. Num desses dias, ela foi até lá, fez o seu trabalho e voltou para entregar a chave. Disse a ele: “Pronto, Maurício. Está tudo limpinho lá! Só uma coisa: eu limpei sua geladeira e joguei fora um queijo est... Leia mais
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O suco do que mesmo

Esta história eu preciso contar.

Um dia chegando ao bar da pousada vi uma senhora tentando (em inglês) pedir um suco. A pessoa que estava atendendo tentava a todo custo adivinhar aquele pedido.

Eu convivo com muitos nativos de Jeri e dos arredores – como o Preá, o Córrego da Forquilha, do Urubu.. – e vejo que muitos simplesmente não tiveram acesso à cultura e educação, mas a eterna vontade de melhorar, de crescer, aprender prevalece. Obviamente existem aqueles que querem e preferem continuar com a sua vida simples, mas ambos demonstram diariamente uma felicidade difícil de encontrar na... Leia mais
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Emails

Eu tenho recebido muitos e-mails através do blog e do site, de pessoas dos mais diversos lugares e histórias, mas que geralmente querem saber a mesma coisa. Dedicado à todas elas (e em agradecimento, claro, ao contato) vão alguns tópicos em que, com certeza, todos se sentirão respondidos.

- Eu resolvi vir para Jeri buscar uma vida fora da loucura do dia a dia das grandes cidades e sem a ambição e o ego assustador que se instaurou nas metrópoles;

- Viver aqui não é fácil. Você sente falta, com o tempo, de coisas que absolutamente acaba não tendo acesso, como o convívio com familiares e am... Leia mais
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Redenção

A Redenção é a empresa que faz o serviço de transporte via ônibus de Fortaleza à Jeri. Eles operam diariamente em 2 horários: um chamado “Vip” que vai direto e o “Parador” que como o próprio nome já diz vai parando em todos os lugares... Demora uma eternidade e você chega em Jeri sem entender nada. A dica nesse caso é pegar o Vip que usa um ônibus ótimo, com serviço de bordo e uns filminhos chatos que você acaba pensando: Tudo bem, podia ir no silêncio mesmo...
Em toda viagem tem uma rodomoça que se apresenta: Bom dia, geeeeeente!!! E, na maioria das vezes repete: Oi geeente!! Bom diaaa!!! – ... Leia mais
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Jijoca

Jijoca é a última referência de asfalto que você terá antes de chegar em Jeri. Fica cerca de 45 minutos de distância e é também o “Centro Comercial” mais próximo. O legal é que ir para Jijoca é sempre uma grande aventura. Você nunca sabe ao certo o que vai acontecer, se o carro vai quebrar, se vai parar para pegar um colchão, um armário, ou seja lá o que for possível imaginar.

Desta última vez encontrei o visual lindo deixado pelas chuvas de inverno pelo caminho, 2 italianas querendo ir à pé até a Lagoa do Coração (elas iam andar pelo menos umas duas horas), uma fila que ia até a rua de pes... Leia mais
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O Inverno

Assim é chamada a época de chuvas em Jeri, também conhecida como baixa temporada. O calor é o mesmo, mas sem vento e com pancadas fortes de chuva que param de repente e dão lugar novamente ao sol. Este ano, Jeri teve o melhor e o pior inverno dos últimos anos (dependendo do ponto de vista).
A chuva veio em maior quantidade e por um período mais longo. Resultado positivo: todas as lagoas que estavam praticamente secas pelo verão estão lotadas de água limpa, e com um visual maravilhoso!! Muitas formações entre dunas, durante todo o caminho entre Jijoca e Jeri formam paisagens únicas.
Todos os ... Leia mais
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A Pescaria

Vencer o medo do mar era uma tarefa árdua para mim. Até em balsa a primeira coisa que eu olho é o lugar dos coletes salva vidas. Depois de um certo tempo morando em Jeri, eu tinha como obrigação vencer esse medo. Pensei que uma boa maneira de fazer isso seria sair para o mar com algum pescador. Mas quem?

Um dia cheguei na Vila Kalango para trabalhar e me convidaram para um dia de pesca. Não acreditei! Na hora disse: "ok, eu vou", sem saber muito bem o que iria acontecer.
No dia seguinte, as 5:45 da manhã, comecei a ouvir pedras na minha janela e meu nome sendo chamado. Estava escuro ainda... Leia mais
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O Coqueiro Iluminado

No final do ano, começamos a preparar a pousada (Vila Kalango) para as festas de Natal e Reveillon. Sentia falta das luzes que, nesta época, iluminam todas as cidades e trazem assim o espírito natalino.

Como uma das minhas funções era cuidar da decoração da pousada, fiquei pensando em algo que realmente chamasse a atenção, que causasse impacto.. Finalmente tive a idéia de iluminar um coqueiro de 30m de altura.

Não era uma tarefa fácil de realizar com a altura e o vento. E mais: o sol. Luzes normais derreteriam, queimariam com mais facilidade. Achamos uma iluminação que já vem protegi... Leia mais
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Sapos, Vacas e afins

Jeri tem uma característica muito peculiar com as cidades da India. Existe ali um espaço igualmente pertencente aos nativos, aos turistas e aos animais. Andar pelas ruas de areia da vila sem se deparar com um jegue, um cachorro, um gato ou uma vaca soltos é quase uma tarefa impossível. Principalmente a noite.

Lembro um dia que sai para jantar e na volta, andando distraidamente olhando para o céu, apareceu do nada uma vaca preta na minha frente. E era preta ainda! Não dava para ver, já que as ruas não tem iluminação. Levei um susto tão grande que o grito foi inevitável. E também aquele gin... Leia mais
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Lucélia?

Como é diferente você largar um mundo de concreto, saltos altos e egos para trabalhar em uma pousada no meio da areia. No meu primeiro dia de trabalho na Vila Kalango, aconteceu aquele famoso momento de ser apresentada a todos. Sempreuouvimos muitos nomes e simplesmente não decoramos nenhum. É uma apresentação formal, de boas vindas, mas as pessoas e seus nomes você só aprende com o tempo.

Então decidi adotar uma técnica para, pelo menos conseguir guardar alguns nomes: em cada setor da pousada prestava atenção no nome de uma pessoa, assim saberia os nomes das pessoas chave em cada setor.

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A Noite da Seresta

Só quem mora em Jeri sabe o que é a noite da Seresta. Confesso que nunca imaginei assistir a uma manifestação popular dessas, mas vamos aos detalhes.

Minha segunda casa era num beco próximo à Padaria Santo Antônio. Quando saía do trabalho na Vila Kalango, podia subir tanto pela rua Principal, quanto pela rua São Francisco. Pela rua Principal era um pouco mais longe, mas valia pela movimentação das pessoas saindo da praia, da capoeira, do pôr do sol na duna.

Quando cheguei perto de casa e fui abrir o portão, ouvi uma coisa estranha. Algo como uma pessoa falando num microfone: "Sooom, um... Leia mais
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O Peixe da Graça

Uma das coisas que senti muita falta no começo da minha vida em Jeri foi a imensa variedade de comidas que eu tinha ao meu alcance em São Paulo.

Os dias foram passando e eu aprendi a variar meu cardápio de acordo com o que o
lugar me oferecia. Comecei a comer mais peixe que não comia muito, camarão
(na época boa, comprava a "mãozada" muito barato direto do pescador, na praia),
além das frutas como seriguela e da famosa tapioca.

Mas, para o dia a dia, uma brasileira que se preze não abre mão de um bom arroz
com feijão, e isso era difícil por lá.. Principalmente o feijão, que para s... Leia mais
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O Dia Que o Mamão Caiu

Quando mudei para a minha segunda casa em Jeri, foi um dia muito feliz. Eu finalmente ia ter uma casa que parecia uma casa, com sala e um pequeno jardim na entrada.
Quem mora em Jeri por algum tempo começa a sentir a necessidade de ter um lar de verdade. Tudo é muito informal e a sensação de viver eternamente de férias,
o sentimento de vida provisória não me agradava.
No jardim na entrada da casa haviam algumas plantas e ver um verde no meio de tanta areia reconforta. Um pé de mamão começou a crescer.
Pensava: Será que um dia vou colher um mamão desse pé? Será que eu vou ter essa alegri... Leia mais
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Saudade do Caju

Era meu dia de folga e decidi ir até a Lagoa do Paraíso. Nada melhor: um dia de sol à beira de uma lagoa linda, com uma boa companhia. E foi mesmo. Voltei para Jeri - a Lagoa do Paraíso fica em Jijoca, a 18 km pelas dunas - de caminhonete, o famoso "Pau de Arara", com alguns turistas. Eu adoro observar as pessoas: a maneira como admiramo lugar, a satisfação que fica estampada nao só no sorriso, mas no olhar, e claro os comentários que fazem uns com os outros. Em determinadas situações é inevitável não ouvir.

Neste dia, no caminho de volta da lagoa, um comentário em particular chamou muito a... Leia mais
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Todos Iguais

Um dos maiores encantos de Jeri, intrínseco à simplicidade do lugar,
é o poder de fazer com que todos sejam iguais. Não importa quem você seja, qual o seu dia a dia, que cargo tenha, que posição ocupe, quanto ganhe, em Jeri você é apenas mais um.

Mais um privilegiado em estar ali, em caminhar tranquilo pela praia, sob um sol que aquece a alma, com uma paisagem única. Isso é estar de bem com a vida!

Absolutamente todos têm o mesmo sentimento e estão lá pelo mesmo motivo: ter ao menos alguns dias longe das preocupações, dos carros, do barulho, do compromisso chato que impera nas grandes ... Leia mais
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Descobrir Jeri

Sempre digo que existem duas maneiras de se conhecer um lugar: como turista e como viajante.

O turista explora o local e acaba sempre encontrando as mesmas coisas, como sol, praia, bares lotados de outros turistas bebendo e servindo de vitrine bronzeada - muitas vezes vermelha como pimentão - uns para os outros.
Já o viajante, com seu senso nato de descobridor, está sempre em busca de novos prazeres.

Como uma espécie de enciclopédia humana, descobre a cada parada, a cada olhar, a cada dia o inenarrável sentimento de registrar sensações vívidas e únicas.
Jeri é o lugar perfeito para aqu... Leia mais
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